Indígenas e Quilombolas contra o Coronavírus

Missão Covid

Missão Covid é uma plataforma voltada para o combate do coronavírus, desenvolvida para o atendimento médico gratuito por vídeo chamada para pacientes indígenas aldeados e também os que vivem nas cidades e estão com sintomas da Covid-19. O projeto tem o apoio da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – APIB, da Fundação Darcy Ribeiro, do @projetoxingu e de toda a equipe de saúde indígena da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Acesse a plataforma aqui.

SOS Amazônia – Fridays for Future Brasil

O movimento Fridays for Future lançou uma campanha de doação com foco nas populações amazônicas. A ideia é doar itens básicos de higiene e alimentação, e investir em equipamentos de saúde. As doações serão distribuídas entre diferentes comunidades, para o Alto Rio Negro (Yanomami), Lábrea e Purus (povos Paumari, Apurinã, Deni, Jamamdi e Jarauwara), Manaus (várias comunidades e famílias.Mais informações sobre o fundo podem ser obtidas através do site.

Declaração em relação aos povos indígenas na tripla fronteira e a pandemia

A Asociación Americana de Juristas emitiu uma declaração alertando para o alto índice de contágio e de falecimentos pela Covid-19 entre os povos indígenas, especialmente entre os que residem em territórios não reconhecidos oficialmente. A declaração pode ser lida pelo site oficial da associação.

Petição para retirada de garimpeiros das terras indígenas Yanomami

A campanha #ForaGarimpoForaCovid é uma iniciativa do Fórum de Lideranças Yanomami e Ye’kwana e da Hutukara Associação Yanomami (HAY), Associação Wanasseduume Ye’kwana (SEDUUME), Associação das Mulheres Yanomami Kumirayoma (AMYK), Texoli Associação Ninam do Estado de Roraima (TANER), Associação Yanomami do Rio Cauaburis e Afluentes (AYRCA). A petição pode ser acessada pelo link. Acesse também o vídeo “A Mensagem do Xamã | #ForaGarimpoForaCovid”, realizado pelo Fórum de Lideranças Yanomami e Ye’kwana e Campanha #ForaGarimpoForaCovid.

Campanha da UNEAfro e Parceiros

A organização UNEAfro e mais 12 parceiros, incluindo redes de apoio a quilombolas, estão distribuindo cestas básicas e kits de higiene em periferias e em 8 quilombos, localizados em 5 estados diferentes. Neste link é possível encontrar informações detalhadas das etapas da campanha e a prestação de contas dos recursos já arrecadados. Também é possível acessar a vakinha aqui.


Quilombolas, caiçaras e agricultores familiares se organizam e doam alimentos a periferias durante a pandemia

A Cooperquivale (Cooperativa dos Agricultores Quilombolas do Vale do Ribeira), em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), organizou a produção e a entrega emergencial de cestas de produtos da pesca caiçara e da roça dos quilombos para ajudar a suprir as necessidades básicas de 716 famílias da região do Vale do Ribeira e também da capital paulista. A matéria pode ser lida através do link. Veja também a página do Facebook da Cooperativa.


Observatório da Covid-19 nos Quilombos

A Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ)e o Instituto Socioambiental criaram um observatório para monitorar os casos de Covid-19 em territórios quilombolas. A iniciativa pode ser acessada através do link.


Quarentena indígena

Fonte: Quarentena Indígena

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), em assembleia, criou o Comitê Nacional pela Vida e Memória Indígena como grupo responsável para acompanhar a disseminação do coronavírus nas comunidades e seu enfrentamento. Como parte das atividades, o Comitê criou a campanha Quarentena Indígena, que divulga boletins sobre o assunto, faz a contabilidade de casos e informa os indígenas sobre a pandemia. É possível contribuir para a campanha fazendo ações através da vakinha online e do PayPal, visite o site da campanha para saber mais.


Mulheres das águas: as pescadoras que protegem a Ilha de Maré

A população de Ilha de Maré (BA), mostra-se muito preocupada com a pandemia, especialmente com a chegada de turistas e de pessoas de outras cidades que escolhem o local para se proteger da doença. Eliete, marisqueira, pescadora, quilombola e moradora da Comunidade Porto dos Cavalos, um dos cinco quilombos que existem  dentro da Ilha de Maré, expõe, nessa notícia, as dificuldades que ela e outros moradores enfrentam.


Organização indígena da Amazônia lança fundo de emergênciA

RICARDO OLIVEIRA (FOTO: AFP)

A Coordenação das Organizações Indígenas da Bacia Amazônica (COICA), em parceria com a Rainforest Foundation US, lançou, nessa terça-feira (5), um fundo emergencial visando a prevenção e os cuidados urgentes e imediatos exigidos pelo coronavírus em relação à população indígena. Maiores informações sobre a medida podem ser encontradas nesse link. O comunicado à imprensa foi publicado no Facebook da Coordenação, além do site para coleta das doações.


Entidades lançam manual de orientação a indígenas para prevenção

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e a Indigenistas Associados (INA) lançaram nesta segunda-feira (20) um manual de orientações para indígenas sobre o Coronavírus, incluindo também um guia para acessar o Auxílio Emergencial do governo federal.

A iniciativa, segundo as organizações, faz parte do Abril Vermelho, mês em que se celebra o Dia da Resistência Indígena (19), dedicado este ano à mobilização e à articulação de ações em torno da “defesa da vida dos povos indígenas” no contexto da pandemia. Neste link, também é possível acessar páginas especiais da APIB e da INA sobre o tema.


Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé

A Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé organizou uma página, organização da sociedade civil criada em 1992 em Rondônia. Na página, a organização explica a importância de ajudar os povos indígenas a enfrentar a pandemia:

“Por conta da pandemia do Novo Coronavírus, a situação dos povos indígenas, que já era muito difícil, ficou ainda pior. Muitas aldeias dependem da venda de seus produtos (farinha, castanha, café, artesanato, etc), e esse comércio foi prejudicado ou, na maioria dos casos, totalmente parado. Além disso, muitos indígenas que recebem algum tipo de benefício como Bolsa Família ou Aposentadoria estão sem sacar esses valores porque agora evitam ir para a cidade. Vale lembrar ainda que o sistema imunológico dos indígenas é diferente das demais populações porque seus corpos não estavam ou estão acostumados com muitas doenças. Para agravar a situação, na maioria dos casos, o acesso à saúde é mais difícil para os povos da floresta, que historicamente foram massacrados por enfermidades antes desconhecidas e agora correm risco de genocídio”.

Além dos dados bancários da Kanindé, a página também oferece uma lista de outras opções – outras organizações e iniciativas de ajuda para os povos indígenas.


Lélia e Sebastião Salgado fazem petição demandando proteção aos povos indígenas

O fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado e Lélia Salgado, que projeta seus livros e exposições, criaram uma campanha on-line pedindo atenção imediata para proteger os povos indígenas das ameaças da COVID-19. A petição, que é direcionada aos Três Poderes, pode ser lida e assinada aqui.

%d blogueiros gostam disto:
search previous next tag category expand menu location phone mail time cart zoom edit close